INFORME DO SINPRO

 

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

- O Sinpro-Noroeste prossegue nesta semana as negociações coletivas com as representações patronais, para a assinatura de uma nova Convenção Coletiva de Trabalho. Na câmara que discute o acordo para os professores do ensino básico, a avaliação é de que o andamento das reuniões é positivo.

No último encontro com o Sinepe, foi positiva a resposta da solicitação feita pelos sindicatos de trabalhadores para uma antecipação do reajuste salarial a ser concedido neste ano. Desta forma, o Sinepe vai orientar as instituições de ensino a antecipar 5% de reposição inflacionária ainda no salário de março. A sinalização mostra, na avaliação dos dirigentes sindicais do Sinpro, que o sindicato patronal está ciente da necessidade de repor os índices inflacionários acumulados nos últimos meses, que tem corroído o poder de compra dos trabalhadores.

A semana que começa marca uma nova rodada de discussões com o Sinepe, e a expectativa é de avançar em outros pontos da pauta de reivindicações dos trabalhadores.

 

PRIMEIRA REUNIÃO NEGOCIAL COM O SINDIMAN

- Nas negociações coletivas da educação superior, a última semana marcou o primeiro encontro dos dirigentes do Sinpro com a representação do Sindiman, que representa as instituições comunitárias de ensino.

Congregados pela FeteeSul, o Sinpro e demais sindicatos apresentaram os principais pontos da pauta de reivindicações que, entre outros itens, tem ênfase na necessidade de recomposição salarial aos professores com base no INPC. Os diretores frisaram a questão como algo imprescindível para o momento, a fim de cessar o processo de perdas salariais registradas nos últimos períodos. De outro lado, as instituições novamente apresentaram o quadro de crise vivido pelas instituições comunitárias gaúchas.

 

REUNIÃO COM SINEPE

- Também na última semana foi realizada a primeira reunião negocial dos sindicatos de trabalhadores com o Sinepe, na câmara que trata do ensino superior. Na ocasião, também foi frisada a importância do reajuste nos vencimentos dos professores, e da mesma forma houve, por parte do sindicato patronal, a alegação de um quadro de dificuldades econômicas.

Na sequência houve um debate mais amplo sobre as condições de trabalho dos professores nestas instituições. Neste caso, a avaliação dos dirigentes do Sinpro é de que serão grandes as dificuldades no processo negocial, o que exigirá grandes esforços para se alcançar o reajuste salarial e a manutenção das demais cláusulas da atual convenção.

Para esta semana uma nova reunião está agendada com ambos os sindicatos patronais.


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