INFORME DO SINPRO

 

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS

- Os sindicatos do ensino privado participaram, na última sexta-feira (29), de mais uma rodada de negociações com o Sinepe/RS para discutir a pauta de reivindicações das negociações coletivas da educação superior.

Foi encaminhada uma proposta para a conclusão do processo negocial, reivindicando a recomposição integral dos salários com base nos 10,8% de inflação acumulada aferidos pelo INPC. A proposição – que já havia sido previamente apresentada - contempla um reajuste parcelado, com a adição de pagamento de parcelas autônomas para compensar as perdas salariais até a integralização do reajuste.

Como resposta, o Sinepe informou que as instituições não têm condições de fazerem a reposição nos índices propostos, mas os sindicatos de trabalhadores insistiram na importância de recompor os salários, mesmo que com parcelas pagas em 2023. “Não repor as perdas inflacionárias significa um empobrecimento dos trabalhadores e a perda das condições econômicas dos professores, o que interfere na qualidade da educação”, afirmou durante a reunião o coordenador-geral do Sinpro, Valdir Kinn.

Diante da resistência do Sinepe, uma proposta em novos moldes será elaborada e apresentada na próxima semana.

O processo negocial junto ao Sindiman está suspenso a pedido do próprio sindicato patronal, que na próxima semana deve convocar nova reunião após ouvir as instituições de sua base.

 

ASSEMBLEIA DO SINPRO

- O Sinpro-Noroeste realizou, neste sábado, assembleia ordinária para apresentação do balanço financeiro de 2021 para deliberação de toda a categoria de professores do ensino privado representada pelo sindicato. O encontro foi realizado na sede do Sinpro, e após detalhamento do balanço os professores presentes aprovaram o relatório por unanimidade.

A assembleia serviu, também, para detalhamento e projeção da campanha negocial junto às entidades patronais neste ano. Os professores presentes puderam dirimir dúvidas e apresentar sugestões para o andamento do processo para a composição de cláusulas da nova CCT.


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