INFORME DO SINPRO

 

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS DO ENSINO BÁSICO

- Após duas semanas sem encontros, os sindicatos congregados pela FeteeSul voltaram a se reunir com a representação do Sinepe/RS, para encaminhar a conclusão das negociações e formalizar a nova convenção coletiva dos professores do ensino básico.

Principal ponto de divergência, o reajuste salarial foi conquistado com base nos valores do INPC, a inflação oficial acumulada no último ano, garantindo que os professores não acumulem perdas salariais. A proposta que deve ser levada à consulta e deliberação da categoria prevê 5% de reajuste retroativo a março – valor que será pago no salário referente ao mês de maio -, além de outros 5,8% nos salários de julho.

Também foram encaminhados outros itens da negociação, como a forma de remuneração dos professores que serão contratados por hora-aula para itinerários formativos, dispositivos de registro de horários de trabalho, e remuneração pelo excedente de alunos em turmas de ensino básico.

Nesta semana haverá nova reunião negocial, desta vez com representantes jurídicos dos sindicatos, a fim de revisar a redação das cláusulas da nova CCT, que serão apresentadas de forma detalhada em breve.

SINDIMAN

Os sindicatos de trabalhadores também se reuniram novamente com a representação do Sindiman, onde os rumos da negociação são bastante diferentes.

O patronal resiste em aceitar a integralização do reajuste salarial com base no INPC, alegando dificuldades financeiras. No entanto, ficou acordado que em reunião nesta semana o Sindiman tentará sensibilizar as mantenedoras sobre a necessidade da reposição nos salários dos professores, para depois prosseguir a negociação com os sindicatos de trabalhadores.

 

ALERTA DE GOLPE

- Atenção professores, o Sinpro alerta sobre uma nova modalidade de golpe que tem utilizado o nome do sindicato: são contatos telefônicos e mensagens de texto pedindo depósito de valores por honorários advocatícios como condição para a liberação créditos oriundos de ações judiciais.
Os golpistas podem se fazer passar por funcionários do Sinpro, ou enviar mensagens pelo WhatsApp se identificando como uma conta vinculada ao sindicato.

Reiteramos que este não é o padrão de relacionamento com professores credores em ações ajuizadas, com resultado positivo e créditos deferidos pelo judiciário ou acordados com empregadores. Por isso, qualquer contato deste tipo trata-se de uma tentativa de estelionato.

Na dúvida contate os canais de comunicação do Sinpro:

WhatsApp: 55 9 9614-2840

Telefone: 55 3332-8028

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