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Acordo Coletivo: Fetee-Sul e Sinepe/RS fecham em 7%

Publicada em 20/05/2013.

A Convenção Coletiva entre os sindicatos de professores e técnicos administrativos com o Sinepe/RS está fechada. O Acordo foi definido na última sexta-feira, dia 17, entre o Sindicato Patronal e o Comando Estadual, liderado pela Fetee-Sul. O impasse quanto ao reajuste do Ensino Superior foi superado, com a proposta de 6,77% de reajuste retroativo ao mês de março; e a integralização de 7% no salário de maio. [Na Educação Básica, os 7% são retroativos a março]. As cláusulas com repercussão econômica, como auxílio-creche, serão reajustadas no mesmo patamar, assim como outras com o mesmo reflexo.

...........................Noticia postada em 15 de maio de 2013

A negociação salarial continua em aberto entre os sindicatos de professores e quadro técnico-administrativo. No caso dos professores, o impasse ocorre na Câmara de Ensino Superior, com a rejeição docente à proposta patronal de reposição tão-somente da inflação medida pelo INPC (6,77%) e manutenção das cláusulas anteriores. Na educação básica, a proposta de reajuste salarial de 7% retroativo a março e as diferenças pagas na folha de maio, proibição de exigência de trabalho aos professores em domingos e feriados e da dupla escrituração escolar, além da manutenção das cláusulas das convenções anteriores, foi aceita. No encontro de renegociação entre a Fetee-Sul e o Sinepe/RS ocorrido na tarde desta terça-feira, dia 14, os dirigentes do Sindicato Patronal insistiram na flexibilização de direitos, mas se comprometeram a avaliar a proposta docente na assembleia das instituições de educação superior, agendada para a próxima sexta-feira, dia 17 de maio, em Porto Alegre. Na Assembleia Extaordinária do Sinpro-Noroeste, a proposta do Ensino Básico foi aceita e a do Ensino Superior, rejeitada, permanecendo a negociação em aberta em busca de pelo menos reposição de 7%.

..................Notícia postada em 8 de maio..

 

Assembleia do Sindicato, a partir das 10 horas do próximo dia 11 de maio, avalia e vota a proposta final negociada entre o Comando Estadual liderado pela Fetee-Sul e o Sinepe/RS (Sindicato Patronal). Na educação básica, a proposta consiste na manutenção das cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) anterior; reajuste salarial de 7% retroativo a março e as diferenças pagas na folha de maio; proibição de exigência de trabalho aos professores em domingos e feriados e da dupla escrituração escolar. A proposta para a educação superior foi a reposição da inflação de 6,77% (INPC) e a manutenção das cláusulas da CCT.

O último ato para tentar melhorar os índices foi uma Vigília pela Valorização Profissional do Profissional, que reuniu cerca de 200 manifestantes defronte ao Colégio Rosário na manhã da última terça-feira, dia 30 de abril, durante Assembleia do Sinepe/Sindicato Patronal.A negociação salarial começou no dia 5 de março e ocorreu em câmaras setoriais distintas: educação básica e educação superior. Foram realizados sete encontros até a realização das assembleias.

Em tempo: NEGOCIAÇÃO SALARIAL É RETOMADA COM O SINEPE NESTA TERÇA, 14 DE MAIO 

 O Comando Estadual da Fetee-Sul e o Sinepe/RS retomam a negociação salarial na câmara da educação superior na próxima terça-feira, 14, às 13h30min, na sede do Sinepe/RS, em Porto Alegre. Em reunião da Coordenação Executiva da Fetee-Sul realizada no dia 6 de maio, foi avaliado o resultado da Assembleia Geral do Sinepe/RS e, como 4 das 8 entidades da base da Federação já haviam realizado suas assembleias, aprovado a proposta da educação básica e indicado a necessidade de retomar negociação com o Sindicato Patronal no ensino superior, o qual aceitou efetuar uma nova rodada de negociação com o ensino superior na próxima terça-feira, com as comissões de professores, às 13h 30, e dos técnicos administrativos, às 14h 30. Para a continuidade das negociações, a assembleia dos professores reafirmou a última proposta apresentada pela Fetee-Sul, que consiste em 7% de reajuste, retroativo a março, valorização do piso e a proibição de concomitância de férias com os feriados de Natal e Ano Novo.

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(Notícia postada no dia 24 de abril de 2013)

A sétima rodada de negociação entre o Comando Estadual da Fetee-Sul e o Sinepe/RS, realizada na tarde de terça-feira, 23, em Porto Alegre, terminou sem definição para acordo. As negociações iniciaram no dia 5 de março e ocorrem em câmaras separadas por nível de ensino: educação básica e superior e a assembleia do Sinepe/RS acontecerá na terça, 30/4, às 9h30min, no Colégio Rosário, em Porto Alegre. Com a insistência da comissão patronal da educação superior em condicionar o atendimento das reivindicações à flexibilização dos direitos, os professores propuseram que a comissão levasse à assembleia geral das instituições de ensino, no próximo dia 30 de abril, a proposição de melhoria salarial, de valorização do piso e de indisponibilidade de concessão de férias no período entre o Natal e o Ano Novo. A próxima rodada de negociações entre o Comando Estadual da Fetee-Sul e o Sinepe está marcada para a tarde do dia 30, em Porto Alegre.

A Na câmara da educação básica, a comissão patronal fez proposta de reajustamento dos salários em 7% e manutenção das cláusulas sociais. Os professores consideraram a proposta insuficiente e insistiram na concessão de aumento real maior nos salários, em especial para a educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. O coordenador do Sinpro-Noroeste, professor João Afonso Frantz destaca que a Mesa de Negociações insiste na necessidade de se igualar os salários da educação infantil e anos iniciais aos dos demais níveis do ensino básico. Os sindicatos de professores e técnico-administrativos seguem realizando manifestações em todo o estado nos próximos dias.

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Sexta rodada de negociação termina sem acordo (Postado em 17abr)

Comando Estadual mobiliza categoria para enfrentar resistência do Sinepe

A sexta rodada de negociação salarial entre o Sinpro- Noroeste, Sinpro Caxias e Sinpro/RS com o Sinepe/RS, ocorrida na tarde desta terça-feira, 16 de abril, terminou mais uma vez sem proposta final para ser apreciada pelas categorias.
 
As negociações iniciaram no dia 5 de março. Na pauta de reivindicações, os professores pedem reposição do INPC + 3% de aumento real de salário, limitação do número de alunos por turma, limitação e remuneração do trabalho extraclasse, preservação do direito ao descanso, entre outros temas. As reuniões ocorrem em câmaras separadas por nível de ensino: educação básica e superior.
 
Na câmara da Educação Superior o sindicato patronal propôs apenas repor o INPC e manter as demais cláusulas inalteradas, sinalizando que qualquer tipo de concessão só seria discutida mediante flexibilização de direitos, como adicional por aprimoramento acadêmico, desconto nas mensalidades e adicional por tempo de serviço, o que não foi aceito pelos professores. Na Educação Básica, da mesma forma, as tratativas também não evoluíram.
 
A próxima rodada de negociação ocorrerá terça-feira, 23 de abril, às 14 horas, na sede do Sinepe/RS (Av. Borges de Medeiros, 308, em Porto Alegre).
 
Mobilização para enfrentar a resistência do Sindicato Patronal


Os professores e funcionários seguem fazendo manifestações em várias instituições de ensino na capital e no interior, denunciando as contradições nos argumentos patronais e destacando a importância da valorização profissional para a qualidade do ensino.

 

FIQUE POR DENTRO DAS NEGOCIAÇÕES:

'Caminhada pela Valorização Profissional do Ensino Privado' protesta contra estratégia do Sinepe/RS de não negociar

A Campanha Salarial 2013 não está obtendo, mais uma vez, o acolhimento respeitoso que deveria demandar por parte do Sindicato Patronal. Prova disso é a "disposição" de "adiantar" apenas 5% no reajuste salarial de março, quando tal reposição deveria ser ao menos ser de 6,77%, equivalente ao INPC. Por isso, na manhã do último domingo, dia 24, o Comando Estadual de Negociação, liderado pela Fetee-Sul, por algumas ruas centrais de Porto Alegre, mais especificamente do Parque Moinhos de Vento ao Parque da Redenção. Durante cerca de uma hora, manifestantes dos sindicatos docentes e técnico-administrativos realizaram panfletaço, acompanhados por charanga e pernas-de-pau circenses, além de faixas e "pirulitos" contendo palavras de ordem e reivindicações. Além disso, na reunião da terça-feira, dia 26, com o Sinepe, foram debatidas questões relativas à não demanda por trabalho docente nos portais escolares e a necessidade de pessoal para assistir às aulas e atividades com pessoas deficientes nos estabelecimentos da rede de ensino privado gaúcha. Os professores estão negociando em duas câmaras - Educação Superior e Educação Básica - e, dentre os pleitos, estão: melhoria salarial, com reposição da inflação do período (6,77%), mais aumento real de 3% e 5% nos pisos; destinação de tempo para atividades extraclasse e direito ao descanso; políticas e estratégias de preservação da saúde dos professores; concessão de férias e indisponibilidade para o trabalho no recesso escolar. Na próxima segunda-feira, dia 1º de abril, o Comando Estadual de Negociações da Fetee-Sul estará reunido para traçar novas estratégias de mobilização, na sede da Federação, às 13h 45. A próxima reunião com o Sindicato Patronal está marcada para o dia 9 de abril, na sede do Sinepe, na Capital. Toda a categoria está convidada a se engajar no processo. Ouça o spot da campanha.

5 DE MARÇO: A pauta contendo as principais reivindicações dos professores da rede privada de ensino gaúcha foi oficialmente entregue ao Sinepe/Sindicato Patronal na tarde desta terça-feira, dia 5 de março, pelo Comando Estadual liderado pela Fetee-Sul. A Convenção Coletiva deste ano está novamente sendo proposta em duas câmaras distintas - Educação Superior e Educação Básica e, dentre os pleitos comuns, estão: melhoria salarial, com reposição da inflação do período, mais aumento real de 3% e 5% nos pisos; destinação de tempo para atividades extraclasse e direito ao descanso; políticas e estratégias de preservação da saúde dos professores; concessão de férias e indisponibilidade para o trabalho no recesso escolar.

12 DE MARÇO: Os sindicatos patronal e de trabalhadores debateram o eixo sobre condições de trabalho e saúde dos professores.

19 DE MARÇO: O debate centrou-se na reivindicação de reajuste salarial de 6,77% (INPC), mais 3% de ganho real e 5% de reajuste nos pisos da Educação Básica e da Educação Superior e, estranhamente, o Comando Estadual de Negociações, liderado pela Fetee-Sul, foi surpreendido com a negativa do Sindicato Patronal de discutir o eixo, dada a "orientação" repassada aos estabelecimentos de ensino privado de "adiantamento" de apenas 5% nos salários de março dos professores, o que fica abaixo do índice do INPC e, mais, a disposição de talvez pagá-lo em parcelas. Como resposta, o Comando Estadual realizou a Caminhada pela Valorização Profissional em Porto Alegre, na manhã do dia 24, domingo, do Parque Moinhos de Vento ao Parque da Redenção.

26 de MARÇO: A reunião do Comando Estadual com o Sinepe centrou-se no debate sobre a indisponibilidade de demanda de trabalho ao professor nos portais durante os feriados e finais de semana e, ainda, sobre a necessidade de incluir monitores/assistentes nas salas de aula que incluam pessoas com deficiência.

5 DE ABRIL: Publicação de Apedido no Jornal Zero Hora, para levar à sociedade a intransigência patronal em negociar com os professores.

9 DE ABRIL:

Esta foi mais uma rodada de negociação com o sindicato patronal, na qual foi possível perceber que eles sentiram os efeitos do nosso Apedido e das mobilizações realizadas  junto às principais instituições empregadoras com acento na mesa de negociação. Em algumas mesas o diálogo avançou, apesar de não termos nada de efetivo em termos de cláusulas redigidas, mas com perspectivas de podermos negociar alguns aspectos de nossas reivindicações. Na mesa do ensino superior, em especial para os professores, houve uma tentativa da parte patronal de encerrar as negociações apenas com a integralização do INPC em maio. Fizemos um grande esforço de argumentação em mesa para reverter esta tendência, e garantir um nível mínimo de continuidade de negociação. Nos comprometemos em apresentar, até sexta feira, ao SINEPE uma minuta enxuta de cláusulas a serem negociadas. Conclamamos todos a darem continuidade às atividades de mobilização e de denúncia da postura intransigente da parte patronal, que insiste em não dialogar acerca das nossas justas reivindicações. A próxima semana é decisiva para o desfecho do processo negocial e, possivelmente, a última oportunidade para fazer avançar de forma efetiva as negociações antes do SINEPE chamar sua assembleia e cristalizar de vez sua posição.

 


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